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Precisamos falar sobre o Rock In Rio 2017… Segura o textão!!!

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E mais uma edição do Rock In Rio chega ao fim…Mas…O que foi essa edição? Quem se destacou? Quem deixou a desejar? Quem poderia ter ficado mais um pouquinho no palco?…E o mais importante: o que houve com a voz do Axl Rose ( não…péra…ainda irei chegar lá…)…rsrsrsrs ????

É, não iremos citar a primeira semana…ou melhor, só irei falar que o show dos Pet Shop Boys me levaram à um momento nostalgia, como há muito não tinha! Sensacional!

E ponto. Essa foi a primeira semana…

Ah, esqueci de falar: essa resenha vai ser de acordo com a opinião da galera da Live…os que estavam na Cidade do Rock, e os que assistiram de casa…

No primeiro dia, da semana mais aguardada por todos os fãs de rock: a semana Rock!!!

Mas antes deles, veio a Scalene, que abriu os trabalhos no Palco Mundo…representou e muito, a galera do cenário independente, que luta pra mostrar seu trabalho, e chegaram lá!

No Palco Sunset, tivemos como destaque  , o show de dois mitos supremos, duas unamidades do rock, chamados Alice Cooper e Arthur Brown, este, surgindo no final do show do “titio” Alice, fechando com chave de ouro, os trabalhos no ” palco secundário” da Cidade do Rock…Os caras mostraram que são monstros, que dão aula, não importando o palco em que estiverem…ah, ainda rolou uma participação super especial de Joe Perry, guitarrista do Aerosmith, que se apresentaria mais tarde, no Palco Mundo…

E voltemos ao Palco Mundo… E vieram os caras do Fall Out Boy, que fizeram um show bem bacana também…mas, que depois pareceu meio morno…Cantaram seus maiores hits, mas o  destaque foi no momento em que tocaram “Beat It” , sucesso do Michael Jackson, que ganhou uma nova versão dos caras, tempos atrás, e levou a galera ao delírio!

Def Leppard… um dos maiores nomes do hard rock no Palco…Mas, infelizmente, grande parte do público, não percebeu essa importância do cara pra história do rock mundial, e só associaram ele, à uma música que a banda Yahoo (juvenis, pesquisem sobre essa banda!), fez versão, na década de 80… Ah, o nome dela é “Love Bits”, “Mordida de Amor” para os saudosistas…

Mas foi um show incrível, diga-se de passagem…

E aí, vem o Aerosmith… Tá, alguns hits ficaram de fora do setlist, mas, sinceramente, nem deu muito pra sentir falta, de tão sensacional que foi a apresentação dos caras! E Steven Tyler mostrou que tem disposição, mesmo no auge de seus 69 aninhos…Ah, e foi eleito o ” Senhor Simpatia”, pelos fãs cariocas, que lotaram as redes sociais de selfies com o artista, que aproveitou e muito sua estadia em solo carioca…

E, sim, quase chorei com “Dream On”…confesso…

E vamos à sexta…uma das noites mais esperadas!

Queria, inclusive falar ( e muito!), sobre o encontro de Ney Matogrosso com Nação Zumbi: mas, irei serei breve: de cair lágrimas! Sim, pra mim, esse foi o “grande encontro”, mesmo com algumas (quase) imperceptíveis trapalhadas, foi algo que , tanto quem estava lá, quanto quem estava de casa, ficará na memória… Um dos grande acerto da equipe do Sr Medina!

Alter Bridge… Bom não serei eu a falar, mas sim, o Fael Magalhães, integrante da equipe de fotografia da Live Rock, que estava lá, e, segundo alguns posts (vários, por sinal), definiu como “Um dos shows da sua vida” … até porque, ele a e Vivian Caetano, sua esposa,e também integrante da equipe , assistiram o show da grade em frente ao Palco!Épico! Por favor, voltem mais vezes, Alter Bridge!

Tears For Fears… Sim, o lado “tiozona” saudosista que há em mim, surtou em cada música do setlist, e sim, fiquei frustrada porque foram embora, sem cantar “Woman In Chains”…E foi mais um show que a galera mais velha amou, mas que a garotada às vezes, parecia meio desligada…

E veio o show mais esperado da noite,e, talvez, uma das frustrações( gente, sou fã…mas também sou sincera) também…Bon Jovi!

A banda abriu “This House Is Not For Sale” , mas, já nessa primeira, música, o público já percebia algo diferente, não só no tom de voz de Jon, mas também que seria um show morno, com pouca interação com o público. Em vários momentos, a banda parecia fazer cover…dela mesma! Meio fraco, mecânico, sem emoção…Mas, oras, era o Bon Jovi no Palco! E compensou tudo, com o carisma já habitual dele…já falei que sou fã??? (***vontade de encher esse texto de coraçõezinhos fofos…***)

Quando ele começou a puxar seus maiores hits, contou e muito, com o apoio do público, e da banda, pra cantarem com ele, pois a voz já dava sinais de cansaço, em algumas faixas…

Mas o final reservaria talvez um dos momentos um pouco frustrante da noite: no retorno ao palco, ele começou a cantar “Have a nice day”, onde ficou claro que o Jon de antigamente, aos poucos , vai ficando pra trás…A banda encerrou a noite com “Livin’ On a Prayer”, e se despediu rapidamente do palco,frustrando alguns fãs que ainda esperavam por “These Days” e “Always”.

E vamos ao sábado… “A” noite mais aguardada, e um dos primeiros lotes de ingressos a esgotar, diga-se de passagem…

Sobre o show dos Titãs: os caras estão mais vivos do que nunca! Levantou a galera, como uma boa e grande nacional é capaz de fazer. Detalhe no acerto chamado , Beto Lee, que realmente fez jus à linhagem de Rita Lee e Roberto de Carvalho…Que show, “senhores, senhores, senhoras…”!

E quanto ao Incubus…

Bom, agora, quem vai falar, é um dos nossos produtores, o André Luís Silva, em sua rede social, que acho que resume bem, o que todos nós pensamos ao ver o show dos caras:

 

” INCUBUS… Brandon e sua turma iguais a vinho..Quanto mais velho ..Melhor!”… e sim, é assim mesmo!

 

E o que foi o show do The Who ? Gente, posso ficar horas e horas falando o quanto fiquei alucinada com esse show! Serei eternamente grata à equipe do Medina, por terem convidado esses caras pro festival, que essa, seja a primeira vez de muitas mais, não só pra festivais, mas de shows solo também…

Juvenis, pesquisem o máximo possível sobre esses caras!!! Dica de vida e sabedoria para as vidas de vocês!

Então…chegamos ao Guns’N’Roses… Foi um show de quase 3:30, e com tooooodoooooos os hits e mais um pouco ( sim, teve “Black Hole Sun”, do Soundgarden, e versões de “Whole Lotta Rosie”, do AC/DC, e “The Seeker”, do The Who…), Slash mostrando que está ótima forma, Duff McKagan então, estava ultra inspirado,e salvou a noite, quando assumiu o microfone em “You Can’t Put Your Arms Around a Memory”, um cover do clássico de  Johnny Thunders. Salvaram a noite!

Mas…e o Axl? O que houve com o Axl??? Ou melhor, com a voz do cara?

Bom, os anos parecem não terem sido tão bondosos com o cara… mas a falta de cuidado dele com seu maior talento, sobressaiu do espetáculo, e deixou alguns fãs até mesmo preocupados com ele…

Sim, vamos combinar,que a presença dos caras nesse ano, foi bem diferente dos anteriores, com ou sem a banda completa. Sem atrasos, polêmicas e confusões em hotéis, a banda subiu no horário, foi simpática e entregou um show potente, mas quanto a voz do vocalista, deu saudade daquela época. Axl fez algumas trocas de roupas, e até  esforçou para correr de um lado a outro do palco, como fazia antigamente. A pose de fato é a mesma, mas os agudinhos…Quanta diferença! Com a voz falha, ele fez questão de cantar no falsete, desafinou ao tentar atingir notas mais altas e transformou boas canções como “Estranged” e “Live and Let Die” (de Paul McCartney) em uma experiência um tanto sofrida. O assobio no início de “Civil War” e “Patience”, pelo menos foi mais afinado.

O set foi super completo, cerca de 30 músicas, cerca de 30 clássicos, que a platéia levou juntamente à banda!

Mas, em determinado momento do show, quando as  músicas do último disco, “Chinese Democracy”, começaram a rolar, o público parece ter esfriado um pouco.Em “Better”, por exemplo, rolou um silêncio constrangedor.

*** Repito, aqui é uma fã do Guns que escreve, mas que também ficou preocupada com a ação do tempo, na potente voz do vocalista. ***

Fora isso, que show!!! QUE SHOW! E que vontade de estar no meio da galera! Poucas são as bandas que hoje em dia, conseguem fazem a galera cantar TODAS as músicas, que tem 30 sucessos cantados de uma só vez…em 3:30 de show! E esses caras fazem parte dessa lista de bandas épicas! Sejamos francos, que a verdade é essa!

Mais uma vez, Medina, obrigada mesmo!

Último e derradeiro dia de festival… Domingão aguardado também!

E vamos direto ao ponto: Palco Mundo!!!

Nos rendemos de uma vez por todas, ao Capital Inicial ! Dinho Ouro Preto levou a platéia no bolso!!! Arrisco até dizer, que foi um dos shows memoráveis da banda no festival…

E, de repente…SURPRESAAAAAA!!!

Os Raimundos subiram no palco da Arena Itaú, palco montado pelo banco no festival ! Detalhe: o show foi acertado com os caras dois dias antes!

A galera se reuniu em massa em volta do palco, para assistir a banda brasiliense, que tocava diversos de seus sucessos. Detalhe, Fred, antigo baterista da banda, fez uma participação mais do que especial !

Isso enquanto começava o show da banda Republica, no Palco Sunset…

Voltamos ao palco principal…

E vamos ao Offspring!

E, segundo as palavras de Junai Lima, apresentador do Top 10 Live Rock :

 

” O Offspring é tão jovem, que me deu vontade de fazer o dever de casa depois do show”…

 

Sim, os caras continuam mandando super bem no palco, e mantém a mesma vitalidade,e aquela dose de sarcasmo em alguns de seus maiores sucessos.

Agora sim, “tio” Medina, foi corrigido o erro de 2011, quando a banda tocou no Sunset, ao invés do Mundo! Pô, mandou super bem dessa vez!

Sepultura! Sepultura!

Que show!! Que noite!

Esses aí, nunca deixam a desejar, nunca deixam faltar nada para os fãs, sempre trazem algo à mais, ao festival. Dessa vez, a novidade, foi a participação da Família Lima, fazendo participação especialíssima na noite, dando até mesmo, um “ar medieval ” à noite…

O final do show , com a versão, digamos, mais melódica de ” Roots, bloody roots”, foi única!

Mais uma participação dos caras no evento, que ficou pra história!

30 Seconds To Mars…muita catuaba e açaí, os melhores clássicos, e o já conhecido carisma do vocalista Jared Leto… sim, a platéia amou!

E vamos aos caras que fecharam essa edição do festival: RED HOT CHILI PEPPERS!

Numa linguagem futebolística, o time entrou tranquilo em campo, jogou super bem, estavam focados, e sabiam que ao tocar dos maiores sucessos , a “torcida” iria ao delírio!

E assim foi feito!

Apesar do show curto ( um pouco mais de 1:30 ), os caras tocaram cerca de 16 músicas de sua setlist ( que ,aliás, foi entregue quase ao subirem ao palco)

Kieds sendo o cara de pouco papo,e Flea, sendo o Flea de sempre, ou seja, o mestre de cerimônias oficial da banda. E nós agradecemos, Flea!

O público foi ao delírio, quando ainda no início do show, Flea, que já vinha sendo ovacionado, soltou um elogio, que obviamente, todos ali concordaram : ” Eu amo o Sepultura!”… ( ***sério? não posso atolar esse texto de corações?***)

 Como a banda está em turnê com o disco “The Getaway”, que, originalmente, deveria ocupara quase um terço do setlist, os carasfForam legais no Rock In Rio e incluiriam só três músicas do álbum.

Sobrou mais espaço ao menos para um hit querido que eles nem sempre tocam: “Under the bridge”, uma das mais cantadas da noite. Já a cantoria em “Californication” e o final festivo para todo mundo gritar fingindo que sabe a letra de “Give it away” eram batata – apesar de menos apoteótico do que o previsto.

E foi assim, que o festival encerrou mais uma edição, seja com novidades ou figuras já carimbadas no lineup, é inegável que o festival já pode ser considerado quase uma “tradição” no calendário oficial da Cidade Maravilhosa,e, que nos faz, pelo menos em alguns dias, horas, 2 semanas, esquecer da dura realidade diária, nos desligarmos, e vivermos esse espetáculo, que é pisar na Cidade do Rock, sejá à trabalho, ou só por diversão mesmo.

Vale a pena.

Então, é isso.

Só nos resta dizer: Até 2019, Rock In Rio!

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Texto : Michelle Sodré

À toda a Equipe de Cobertura – Cidade do Rock : André Luíz (Cult DJ), Fael Magalhães, Vivian Caetano, Junai Lima, Fabrício Teixeira, Cleisson Ferreira, parabéns pelo trabalho, amigos!

Que venham as próximas coberturas!

Encerro esse “textão”, com a foto da maior estrela do festival, com que todos queriam tirar selfies: a logomarca da Cidade do Rock, e a Roda Gigante,é claro…rsrsrsrsr

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