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Resenha Glenn Hughes

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glenn

Após a bela abertura dos cariocas do Seu Roque (tocando suas músicas próprias como Diana, Reflexo e Visceral. Além de covers como Rock N’ Roll do Led Zeppelin e Foxy Lady de Jimi Hendrix), que esquentou os motores e deixou a animada platéia do Circo Voador incendiada. Sem dúvida a Seu Roque comprovando mais uma vez ser uma das bandas promissoras do rock carioca mostrando a que veio e detonando um show matador.

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E então, veio o glorioso Mr. Glenn Hughes…

 

Não era só um ex-Deep Purple que estava ali, mas sim uma bonita alma do rock n’ roll que ainda está nos presenteando com esse espetáculo de voz, performance e brilhantismo. Embora o show, e turnê evidencie essa parte sensacional da vitoriosa carreira do menino Hughes. O show começando com a pancada “Stormbringer” seguido de “Might Just Take Your Life” deixando a multidão cantando junto e a flor da pele com emoção e entusiasmo nesse começo matador.

 

Seguindo esse mar de clássicos Glenn, com os punhos no ar, anuncia “Sail Away”, que no riff inicial todos deliraram, assim como o solo de teclado de Jay no meio da canção. A seguir Glenn pergunta a todos como estavam se sentindo, a resposta veio ao delírio da multidão com sorrisos de orelha a orelha. Era chegada a hora da mais do que conhecida “Mistreated”, e junto assim dos agudos “exagerados” (com aspas mesmo que são sensacionais) que faz parte da marca registrada do britânico.

 

Após “You Fool No One”, Glenn diz: “Vocês não vieram para me ver. Eu vim para ver vocês” antes de deixar sozinho no palco. O tecladista Jay arrebenta num solo que inclui partes de diversas canções, de vários estilos, acompanhado com palmas pelo público as vezes. Então, sob os holofotes, o guitarrista Soren Andersen fica só no palco para impressionar com seu solo. Ainda há passagens de blues e, por fim, mais um solo (agora bateria). Enquanto Fer  Escobedo sola, seus colegas observam na lateral do palco, longe dos olhares do público. Então, ao fim do “drum solo” Glenn volta ao palco e revela:  “Uau!!! Só Uau!!! Eu tenho um novo baterista. Ele é de Santiago. Tem 25 anos. Procurei uns 5 anos e achei esse menino… Todo mundo que tem um sonho pode alcançá-lo. Esse moleque tinha um sonho e agora ele está ali atrás da bateria.”, ele continua. E também declarou o amor pelo tecladista Jay e pelo guitarrista Soren (que o acompanha há 10 anos).

 

Chegando em “This Time Around”, Glenn a dedica está música a John Lord (ex-tecladista do Deep Purple falecido em 2012) dizendo que era uma música muito especial pois a escreveu com o ex-companheiro de banda. Uma música bem emotiva que fez muito marmanjo barbudo “suar pelos olhos”. Ao final da canção uma camisa da seleção brasileira é jogada no palco e Glenn pega, mostra ao público e disse amar futebol e que esteve no Brasil há quatro anos para ver a Copa do Mundo. Após lembrou que fez “Gettin’ Tighter”, a próxima no set, com Tommy Bolin (guitarrista que gravou um disco com o Deep Purple, “Come Taste The Band” de 1975).

 

Com a maioria das músicas do setlist nos disco com ele e Coverdale na banda, o britânico deu espaço a Ian Gillan e o clássico disco “Machine Head”, tocando Smoke On The Water. Uma sensação que não tem palavras, só estando lá pra saber. Assim como o show INTEIRO. Além de cantar um trecho de “Georgia On My Mind” no meio pro final da música.

 

E como em todo show, agora o glorioso Glenn, diz amar a todos “Eu amo a humanidade. Este planeta. Toda raça” e começou “You Keep On Moving”. E parece que esse amor todo dele refletiu no público e transbordou no Circo Voador.

 

Agora, com o bis vem a epopéia do show, “Highway Star”, que deixou Hughes e Gillan num patamar parecido de falsetes maravilhosos. O público veio a lona!!! Seguida de “Burn” pra fechar o show em MUITO estilo.

 

Neste dia, o novo e excelente rock do Seu Roque e o clássico (não da pra chamar de velho o que é atemporal) rock da vida de Glenn Hughes fizeram qualquer um ter a certeza de que o estilo NUNCA vai acabar e que sempre será passado a diante em todas as gerações de famílias.

 

glenn

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